Ex-prefeito mostra que tem mais influência na câmara do que o atual prefeito de Campo do Brito

Postado em - 3 de dezembro de 2018 - 14:38 - Sem Comentários

Na chapa vencedora, há dois vereadores de oposição (o vice e o 2º secretário).

O ex-prefeito de Campo do Brito, Roquinho, mostrou que ainda tem forte influência política no município, após colocar o nome de sua esposa, a vereadora Rosana Queiroz, para disputar a presidência da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores para o biênio 2019-2020.

Em entrevista concedida à FM Itabaiana, na manhã deste domingo (02), o ex-prefeito falou a respeito da eleição, que ocorreu no último dia 29/11, e disse que a decisão de Rosana ser candidata foi sua devido não concordar com as colocações do vice-prefeito, Loro, e do atual presidente da Câmara, Cacareco. Ambos não concordavam com o nome para a disputa.

O fato é que Rosana acabou vencendo, obteve sete votos contra quatro da chapa concorrente, e os questionamentos que surgem agora é se o posicionamento político do ex-prefeito e da vereadora permanecem na situação depois dessa quebra de braço.

“Ali é um a casa de todos, devemos ser todos tratados de uma só maneira. Mas não queriam nem me deixar entrar na câmara, aplicaram a Lei da Mordaça. O nosso vice-prefeito, o Loro, é um rapaz bom, mas não tem ainda a habilidade política, se ele tem algum futuro político, da maneira que ele está agindo, está fazendo uma campanha ruim. É um coitado, a gente tem que colocar na mente que ele é marinheiro de primeira viagem. Eu acho que como político ele só sabe receber o subsidio no final do mês”, disse Roquinho que, apesar de tudo, nega rompimento com o prefeito Marcell Souza.

Sobre como ficou os ânimos na política britense, falou que “o presidente da Câmara está triste porque preferia morrer do que passar essa presidência pra Rosana e líder do prefeito não sabe o quer nem para onde vai, só sabe ofender para depois agradar. Se Marcell não fosse equilibrado, a vaca tinha ido para o brejo agora”. E aconselhou: “Ele apanhou agora com esse sistema. Ele precisa ser o chefe geral. É um homem civilizado, mas não pegou ainda as malícias da política. Aconselho o prefeito que converse mais com o grupo que está desnorteado”.

Sobre sua esposa, disse: “É uma mulher dinâmica, humana. Então, com certeza, pela pessoa que ela é vai tratar todos por igual. Eu só quis que ela fosse candidata para mostrar realmente o que é a política. O povo é quem me apoia e se o povo está satisfeito, eu não posso abandoná-los”, finalizou.

 

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