De olho no gato por César Cabral

Postado em - 16 de março de 2019 - 5:34 - Sem Comentários

De olho no gato

Visando diminuir o roubo de água da DESO, o governador Belivaldo Chagas quer que a empresa intensifique o combate aos “gatos” para minimizar o prejuízo causado pelo consumo irregular. O número de ligações clandestinas aumentou, consideravelmente, nos últimos anos. Em Simão Dias, por exemplo, passa dos 1.500. Com essa operação, o município deixa de ser terra de “capa bode” para ser de “capa gato”.

Que susto!

Em Lagarto, teve um cidadão que quase teve um infarto ao ouvir, pelo rádio, a notícia de que o prefeito Valmir reassumiria a prefeitura. Na verdade, tratava-se do Valmir de Francisquinho, de Itabaiana.

Nada a ver

Não existe nenhuma relação entre o porte de arma e a chacina na Escola de Suzano, em São Paulo. Os assassinos não compraram legalmente aquelas armas e tão pouco tinham porte delas. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Fazer qualquer associação é simplesmente querer “jogar pra galera” e politizar a dor alheia. Coisa de jogador ruim.

Só de butuca

O ex-secretário da Fazenda, Ademário Alves, exonerado pelo governador Belivaldo Chagas, ouviu do mandatário o pedido para que continuasse integrando a equipe fazendária, acompanhando a implementação do novo Programa de Arrecadação da Pasta, que será comandado pelo seu substituto. Quer dize, vai ficar só “curujando”.

Clube de lobistas

O engenheiro civil Valmor Barbosa está cotado para assumir a Regional da CODEVASF, em Sergipe, cargo que vem sendo ocupado pelo engenheiro agrônomo César Mandarino. Ambos são competentes, mas o lobby em favor de Valmor supera qualquer expectativa.

Vai que cola

Amigos de Ulices Andrade insistem na possibilidade da sua candidatura ao Governo de Sergipe, em 2022. Para tanto, ele teria que descartar 9 anos como conselheiro do TCE para embarcar nessa ideia. Hoje, as chances são remotas, sem dúvida. Mas, o leque de cartas que tem na manga o coloca muito bem, nesse jogo, mais adiante. Sem dúvida e sem blefe.

Laranjada

O MPF está averiguando a possibilidade de alguns partidos (PSB,MDB e PSDB) terem usado candidatas “laranjas” nas últimas eleições. Os dirigentes partidários que já foram ouvidos, disseram que não sabem, desconhecem e até não gostam da fruta. Também falaram a mesma coisa, anos atrás, sobre candidatos “melancia”.

Macarrão & Cia

O prefeito de Santa Rosa de Lima, Júnior Macarrão, foi duramente criticado pelo vereador Cacau (PDT), que o considera como o pior dos últimos anos. Seu grande feito foi instituir o décimo terceiro salário para ele, para o vice, secretários e vereadores e não efetivar o pagamento. Com muitos familiares em Cargo em Comissão, além do Macarrão, é fácil encontrar na prefeitura talharim, spaghetti, fettuccine, penne, miojo e a massa para pizza, é claro.

E o outro?

O aniversário do assassinato da vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro, foi transformado numa ampla manifestação política, em todo o país. Até parece que no Brasil, em um ano, só mataram a vereadora. Infelizmente, não se vê igual cobrança para o esclarecimento do assassinato, também covarde, do prefeito Celso Daniel, de Santo André. Por que será?

Que fim levou?

Ninguém sabe no que deu aquela “jogada” das duas contas da EMSURB existentes no Banese, tempos atrás. Uma com muito dinheiro e a outra, praticamente, zerada. Ocasionalmente, a zerada era apresentada à Justiça quando havia certas cobranças judiciais. Não custa esclarecer.

O que é isso, companheiros?

Integrantes de Movimentos Sociais invadiram a sede da Secretaria de Estado da Inclusão Social para reivindicar moradia para os chamados “Sem Teto”. Os líderes alegam que a secretária Eliane Aquino não os queria receber. Muito estranho, pois ela é vice-governadora, militante do PT e apoia esses movimentos. Essa história deve estar mal contada.

Lava Toga

A instalação da CPI da Lava Toga, encabeçada pelo senador Alessandro Vieira (PPS-SE), ganha maior apoio da sociedade a partir da decisão do STF, que quer jogar uma pá de cal na Lava-Jato empurrando para o TSE os crimes relacionados à caixa dois. Com o número mínimo de assinaturas, a CPI se faz necessária, mais do que nunca.

Vai ou vem?

A SMTT ainda não decidiu como implantar mão única na rua Nelson Hungria. O dilema persiste: não sabe se vai daqui pra lá ou se vem de lá pra cá.

 

 

 

 

 

 

Deixe seu comentário!

Para: De olho no gato por César Cabral


Siga-nos!